Dias ruins possuem um inconfundível jeito de começar...
Postado por Ricardo Ceratti.
domingo, 6 de setembro de 2009
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Conceitos.
Quem diria que seria possível ser mais autêntico com alguém do que sozinho?
Que tal autenticidade fosse tão benéfica. Tão libertadora.
Uma pessoa que, “meramente” por existir e estar ao teu lado já te faça tão bem, já te beneficie desta imensa liberdade de ser. Ser a si mesmo. Ser quem já se é, mas não sabia, até então, sê-lo.
Uma pessoa com quem simplesmente estar junto já baste, já satisfaça, dispensando uma conversa interessante, uma festa divertida, fazer algo legal,, etc.
Como pode, ao entender de alguém, acabar entendendo a si mais que qualquer reflexão introspectiva havia possibilitado?
Conhecer tanto de si próprio no tentar descobrir a outra pessoa.
Como pode existir um desejo tão sedento por expansão quanto o desejo de saber mais e mais daquela pessoa?
Ser tão feliz e completo ao se dar conta de que é incompleto sozinho e que há, ainda, muita felicidade a ser buscada e alcançada.
Ter muitos objetivos que motivam a alcançar objetivos.
Enfim, uma pessoa que nos faz repensar todos nossos conceitos. Se aquilo era amor, se aquilo era felicidade, se aquilo era motivação, se aquilo era sabedoria, se aquilo era crescimento, se aquilo era desejo, se aquilo era eu, então, o que é isto que é tão maior e mais intenso??
Postado por Ricardo Ceratti.
Que tal autenticidade fosse tão benéfica. Tão libertadora.
Uma pessoa que, “meramente” por existir e estar ao teu lado já te faça tão bem, já te beneficie desta imensa liberdade de ser. Ser a si mesmo. Ser quem já se é, mas não sabia, até então, sê-lo.
Uma pessoa com quem simplesmente estar junto já baste, já satisfaça, dispensando uma conversa interessante, uma festa divertida, fazer algo legal,, etc.
Como pode, ao entender de alguém, acabar entendendo a si mais que qualquer reflexão introspectiva havia possibilitado?
Conhecer tanto de si próprio no tentar descobrir a outra pessoa.
Como pode existir um desejo tão sedento por expansão quanto o desejo de saber mais e mais daquela pessoa?
Ser tão feliz e completo ao se dar conta de que é incompleto sozinho e que há, ainda, muita felicidade a ser buscada e alcançada.
Ter muitos objetivos que motivam a alcançar objetivos.
Enfim, uma pessoa que nos faz repensar todos nossos conceitos. Se aquilo era amor, se aquilo era felicidade, se aquilo era motivação, se aquilo era sabedoria, se aquilo era crescimento, se aquilo era desejo, se aquilo era eu, então, o que é isto que é tão maior e mais intenso??
Postado por Ricardo Ceratti.
Pensamento Aleatório XI.
As mesmas idéias batidas
Propagadas por mentes nada criativas
Por tantos são
Repetidas à exaustão.
Postado por Ricardo Ceratti.
Propagadas por mentes nada criativas
Por tantos são
Repetidas à exaustão.
Postado por Ricardo Ceratti.
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Envelhecendo.
Me entristece que muitos anos de nossa juventude, anos de energia, disposição, auge físico, agilidade intelectual, enfim, anos de possibilidades quase infinitas a serem aproveitadas, sejam gastos em solucionarmos nossos problemas, em nos resolvermos, em lidarmos com nossos traumas e com os conflitos do nosso mundinho ideal (iRReal?) com o mundo real.
Tanta coisa melhor pra aproveitar. Tanta coisa que depois não terá como aproveitar. Tanta coisa que vai ficar tão difícil depois.
Tanto tempo... em busca da tal 'maturidade'.
Mas nem tudo são lástimas! Vale a pena, vale MUITO a pena!
Agora, o que me deprime profundamente é ver pessoas que já passaram da juventude, já passaram até um bocado, e ainda assim continuam a viver numa confusão pré-adolescente, continuam a não se aceitar (aceRtar?), continuam perdidas.
Tirar o peso de um lado da balança para por no outro, tudo bem. Tirar e não repor é cruel.
É... acho que está batendo um certo medo de envelhecer. Crise do quarto de idade?
Postado por Ricardo Ceratti.
Tanta coisa melhor pra aproveitar. Tanta coisa que depois não terá como aproveitar. Tanta coisa que vai ficar tão difícil depois.
Tanto tempo... em busca da tal 'maturidade'.
Mas nem tudo são lástimas! Vale a pena, vale MUITO a pena!
Agora, o que me deprime profundamente é ver pessoas que já passaram da juventude, já passaram até um bocado, e ainda assim continuam a viver numa confusão pré-adolescente, continuam a não se aceitar (aceRtar?), continuam perdidas.
Tirar o peso de um lado da balança para por no outro, tudo bem. Tirar e não repor é cruel.
É... acho que está batendo um certo medo de envelhecer. Crise do quarto de idade?
Postado por Ricardo Ceratti.
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