sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Resolução.

Não está tão perto do ano novo assim mas já fiz minha resolução. E nem pretendo esperar janeiro para a por em prática!
De agora em diante eu só vou lidar com gente surtada mediante pagamento e hora marcada.
Cansei.
Peço aos mais próximos que me ajudem com esta resolução, já que eu tenho uma certa compulsão a tentar ajudar ou arranjar solução.

Lutando por uma vida menos estressante!



Postado por Ricardo Ceratti.

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Tempo Pessoal.

Existem momentos de nossas vida que simplesmente precisamos de um tempo.
Um tempo de tudo, não só de trabalho ou estudos.
Precisamos deixar de lado as cobranças, mesmo as internas.
Estamos muito acostumados com produtividade.
Sempre trabalhando, sempre produzindo, sempre em atividade.
Até nos nossos lazeres buscamos eficiência: Vai numa festa e se sente na obrigação de adorar aqulio tudo, de ficar até amanhecer, de "se arranjar" (mais de uma vez, para muitas pessoas), de dançar praticamente a noite inteira, entre outras obrigações. E que nem se ouse considerar acontecer algo diferente! O resultado será a sensação de que não aproveitou, um sentimento de vazio. Ah, convenhamos! Obvio que terá um sentimento de vazio! Se os objetivos traçados são fúteis ou provisórios, como que a conquista destes trará o tão buscado sentimento de elevação pessoal, que no fundo é o que buscam? Como se pode querer conhecer uma pessoa para ter um relacionamento sério legal, indo em uma festa que as pessoas não conseguem conversar, que se julgam pela roupa ou forma de dançar e se relacionam com mais intimidade do que realmente possuem (muitas vezes nem lembram o nome da pessoa da noite anterior)? Como podem esperar satisfazer suas necessidades de diversão, quando agem de forma pré-determinada e ritualizada, quando, no fundo, o que precisam é de expontaneidade e improviso, é daquela sensação de as coisas acontecerem naturalmente, sem manipulação ou serem forçadas? Como é possivel acreditar que dançar a noite inteira, sejam musicas boas ou ruins, que significam algo para a pessoa ou não, de ritmo embalante ou nem tanto, será capaz de trazer algo além de um corpo exausto? E ficar até não poder mais na festa então? Não existe fome? Necessidade de respirar algo que não fumaça de cigarros? Cansaço?
Nossos lazeres passam por um refinado crivo de validade. Precisamos da aprovação dos outros ("ai, credo! Não acredito que você vai ficar em casa num sábado à noite!") e da nossa para determinar se as coisas valem a pena (a nossa, no fundo é um reflexo da dos outros, sendo que nós fazemos parte deste "outros"). E, mesmo quando achamos valer a pena nos cobramos (se nos propormos a ler um bom livro, nos cobramos número de páginas).
Quem sabe não paramos por um momento? Um momento só nosso. Um momento "que se exploda o mundo", assim como "que se exploda meus pensamentos". Um momento para curtir, e nada mais. Não julgar ou estabelecer valores para o que se está fazendo.
Uma conversa despreocupada com uma pessoa especial, trabalhar em algum hobbie que nos relaxe, passar uma tarde inteira só deixando o cérebro viajar.
Talvez seja isso que está nos faltando nesta nossa correria e cobranças. Simplesmente, viver.




Postado por Ricardo Ceratti.

sábado, 4 de outubro de 2008

Palhaçada de Outubro.

Temos algumas leis relativas ao dia de eleições. De forma grosseira são:
- Obrigatoriedade de votar ou justificar por não ter votado.
- Não poder beber no dia de eleições.
- Não ter como prender alguém em dia de eleição.
E qual o objetivo de tudo isto?
Cada eleição que passa os candidatos pioram.
Cada vez mais ou voto é no "menos pior" ou então "para impedir um pior de se eleger".
Deprimente.
Nesta eleição para prefeito eu tenho motivos para NÃO votar em cada um dos candidatos.
Me é difícil de entender o motivo de eu ter que votar, ou ainda precisar fazer isto sóbrio...
Não precisa de grande consciência e sobriedade para perceber a grande palhaçada que é nossa política e se negar a votar. Mas votar mesmo assim (mesmo que nulo) para não cometer um "crime".
Acho que o maior crime nesta história é o de um país que, pela falta de seriedade, conseguiu tirar as esperanças do povo da possibilidade de um futuro melhor.

Azar os princípios que eu tinha. Nesta eu voto nulo.




Postado por Ricardo Ceratti.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Reflexão IX.

Um acanhado respeito muitas vezes é entendido como sinal de fraqueza.
Rapidamente o respeito é deixado de lado.



Postado por Ricardo Ceratti.